segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Escola Electrão


Mais de 90 toneladas já cá contam.

A corrida aos REEE, no âmbito do projecto Escola Electrão está a ser muito disputada! Apesar do Ponto Electrão ainda só ter passado por 44 escolas - de um total de 413 escolas aderentes - já foram reunidos 91.147 kg de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos!Obrigado a todos os que já deram o quilo pelo ambiente. Esperamos que a energia e o entusiasmo em torno da natureza e dos REEE não fiquem em stand-by e se mantenham atentos à Escola Electrão!

Uma boa forma de o fazer é consultar regularmente o Contador Electrão, em http://www.escolaelectrao.pt/ . Aqui, através de gráficos actualizados regularmente, pode ver o total de quilos recolhidos até ao momento, o número de escolas que já receberam o Ponto Electrão, a média de quilos que está a ser recolhida por escola e outros dados curiosos.Aproveitamos ainda para lembrar que a recolha de REEE, pelas escolas aderentes, começou em Janeiro deste ano e terminará em Maio. Em Junho serão divulgados os estabelecimentos de ensino com mais peso nesta primeira edição do projecto!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Actividades do Clube: Papa-papel


No seguimento do trabalho já desenvolvido no ano anterior, os alunos do Clube do Ambiente continuam empenhados na construção de materiais que permitam a recolha selectiva de resíduos das salas de aula. Desta forma, construíram papa-papéis para recolha de papel nas salas de Educação Visual, que tem vindo a ser utilizado para a produção de papel reciclado.

Vamos matar a fome do papa-papel!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Expressões da Natureza....


Fonte: National Geographic Magazine
© Reservam-se os direitos da foto ao seu autor

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Breve História dos Resíduos

Antigamente, as lixeiras a céu aberto eram a solução mais frequentemente adoptada, pois era o desfecho natural e ancestral dos resíduos, quando a quantidade de embalagens era extremamente reduzida e os resíduos orgânicos eram, por vezes, reaproveitados como adubo para as terras.

As lixeiras, já carregadas de embalagens e de matérias de decomposição lenta, representavam graves perigos de saúde pública e ambiental, pois contaminavam as aguas, o ar e os solos.
Os solos não eram isolados e as águas sujas afectavam os terrenos e as águas para consumo.
A decomposição gerava maus cheiros e atraía animais, que se tornavam portadores de doenças. O ar era afectado ao queimar-se lixo indiscriminadamente ou pelos gases libertados pela decomposição a céu aberto.

SABIA QUE?
Diariamente, cada um de nos e responsável pela produção de cerca de 1,3 kg de resíduos?
No final de um ano são quase 500 kg. Desses resíduos, 9% são embalagens de plástico.

Muitos dos resíduos depositados nas lixeiras eram materiais cujo tempo de decomposição era extremamente elevado: dezenas ou centenas de anos (metais, plásticos e vidro, entre outros).
Perante este problema, tornou-se obvio que as lixeiras não eram a solução adequada.
Assim, ao longo dos anos, as lixeiras foram sendo seladas e encerradas. Em sua substituição foram criados aterros sanitários controlados. Actualmente, e neste tipo de espaços que são colocados os resíduos não recicláveis.

Ao contrário do que se passava nas lixeiras, nos aterros sanitários e feito um isolamento dos terrenos onde são depositados os resíduos; assim não se contaminam os solos. Alem disso, as várias camadas de lixo são cobertas por camadas de terra, para não ficarem expostas ao ar.
As águas produzidas (aguas lixiviantes) são drenadas e conduzidas para uma Estação de Tratamento de Aguas Residuais (ETAR), podendo voltar ao ciclo hidrológico.


Ao separar e colocar nos ecopontos todas as embalagens usadas, os aterros sanitários só receberão os resíduos para os quais ainda não existe outra forma de tratamento/ valorização. Prolonga-se assim o tempo de vida útil dos aterros sanitários e poupa-se espaço.
Ao fim de alguns anos, quando o aterro esta cheio, procede-se ao seu encerramento, podendo ser plantada relva e outra vegetação, transformando o local, por exemplo, num jardim/zona de lazer com equipamentos para a infância.
Por outro lado, a reciclagem poupa recursos ao aproveitar a matéria-prima contida nas embalagens.

SABIA QUE?
Com todo o papel reciclado ate 2007 seria possível fazer tantos livros, que seria possível oferecer um a cada estudante existente no mundo?

A recolha selectiva dos resíduos de embalagens e já uma realidade nacional, tendo aumentado a colocação de ecopontos, de sistemas de recolha porta-a-porta, a construção de ecocentros e a instalação de centrais de triagem.
No entanto, ainda há muito a fazer, desde a oferta de mais e melhores serviços ligados a reciclagem, ate a maior sensibilização e motivação com vista a participação dos cidadãos naquilo que e a preservação de um bem comum: a Natureza.

SABIA QUE?
Todo o vidro já reciclado seria suficiente para encher camiões que, postos em fila,
cobririam a distancia de Lisboa até Madrid?

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Concurso de Fotografia Digital sobre Meio Ambiente

Está a decorrer até ao próximo dia 27 de Fevereiro a 1ª edição do Concurso de Fotografia Digital sobre Meio Ambiente.
Esta é uma organização do Jornal Escolar "Entre Douro e Tâmega" e está aberto à participação de toda a comunidade escolar, com o objectivo de a sensibilizar para a preservação do Meio Ambiente.

Podes consultar o regulamento no site http://entredouroetamega.googlepages.com/

Ainda estás a tempo de participar e de mostrar os teus dotes fotográficos!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Revista de Imprensa

Inovações informáticas que protegem a Natureza

O objectivo dos cientistas é reduzir até ao próximo ano as emissões de CO2 emitidas pelos computadores em 54 milhões de toneladas por ano, o equivalente às emitidas por 11 milhões de automóveis. O DN apresenta algumas das invenções na área Experimente fazer o seguinte exercício: em vez de usar um monitor de computador com o ecrã todo branco ( com uma página do Word aberta, por exemplo), que consome cerca de 74 watts, utilize uma página toda preta, que utiliza em média 59 watts. Esta pequena diferença significa muito em poupança de energia a nível mundial. Até porque os computadores desperdiçam metade da energia que consomem em calor, o que aumenta as emissões de dióxido de carbono. No caso de locais onde hajam muitos aparelhos, o calor emitido pode levar a que se invista em aparelhos de ar condicionado, o que vai piorar ainda mais o número de emissões.É com esta preocupação que os investigadores procuram maneiras de diminuir os gastos, através de computadores feitos de materiais ecológicos ou fontes de texto que gastam pouco.



Neste capítulo, a Ecofonte - inventada por uma empresa holandesa (www.ecofont.eu) - permite a poupança de 20% da tinta em cada impressão, devido aos círculos brancos que preenchem as letras. Por exemplo, se quiséssemos imprimir a palavra "verde", com a fonte ecológica pouparíamos a tinta de uma das letras em relação às fontes normais. Foi também a ideia da poupança de 15 watts entre abrir uma página branca e uma preta que levou ao desenvolvimento do Blackle. Este Google negro poupa 750 megawatts/hora de energia por ano, tendo em conta que o famoso motor de busca é aberto, todos os dias, cerca de 200 milhões de vezes. Até ao fecho deste artigo, tinham sido poupados pelo Blackle mais de mil milhões de watts/hora.



Em relação aos computadores, as marcas Asus e Dell conceberam aparelhos mais ecológicos, com poupanças de energia ao nível dos 70% (em média um PC tradicional consome entre 40 e 70 W/h). As caixas destes computadores são feitas de bambu, para alertar os consumidores para a urgência em ajudar o meio ambiente e também porque não são usadas tintas ou sprays no seu fabrico. Quanto à Fujitsu, está actualmente a desenvolver um computador que não consome energia quando não está em uso.



Vera Santos, da Recitoner, empresa que recicla tinteiros e toners, explica que com a reciclagem aumenta-se a capacidade do tinteiro "que normalmente vem de origem com apenas um terço do conteúdo em tinta." Estes consumíveis custam metade do preço, pois poupa-se na carcaça, "que é a parte mais cara", e no ambiente, pois para se fazer um invólucro de tinta são precisos cinco litros de petróleo.
Fonte: Jornal Diário de Notícias, 25 de Janeiro de 2009

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Humor Ambiental

© Reservam-se os direitos da foto ao seu autor

3º Lugar da Edição de Estreia do Salão Internacional de Humor de Campos, Rio de Janeiro

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Divulgação do Projecto Electrão


Durante este ano lectivo 2008/2009 a Escola EB 2,3 de Alpendorada vai participar no Projecto Electrão, promovido pela Amb3E e dinamizado pelo Clube do Ambiente. Neste sentido, pretende-se a sensibilização de toda a comunidade escolar, para o correcto tratamento dos Resíduos e Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE).

Em breve, será colocado na nossa escola um Ponto Electrão, onde toda a comunidade poderá depositar os velhos electrodomésticos, que já não são usados e se acumulam em casa. Embora o ponto electrão só permaneça na escola do dia 29 de Abril ao dia 07 de Maio, os alunos e Encarregados de Educação poderão deixar desde já os velhos electrodomésticos na escola que serão posteriormente encaminhados para a Amb3E.

Nas aulas de Formação Cívica e com o intuito de que a divulgação do Projecto seja o mais eficaz possível, todos os alunos irão ver um DVD promocional do Projecto, assim como, da importância de campanhas como esta para o ambiente.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Auditoria Ambiental


Por estes dias os alunos, os professores e os funcionários da nossa Escola são convidados a responder a um questionário inserido na auditoria ambiental, no âmbito do Programa Eco-Escolas. Colabora!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Seminário Nacional Eco-Escolas 2009


Nos dias 16, 17 e 18 de Janeiro decorreu em Seia o Seminário Nacional Eco-Escolas 2009, organizado pela Associação Bandeira Azul da Europa.
O seminário teve lugar na Casa Municipal da Cultura de Seia e Centro de Interpretação da Serra da Estrela e contou com a participação de quatro centenas de especialistas em Educação para o Desenvolvimento Sustentável, com destaque para os professores coordenadores do Programa e os técnicos dos municípios.
A nossa escola esteve representada através da coordenadora do Programa Eco-Escolas e do Vereador do Ambiente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses. Do nosso concelho também estiveram presentes os coordenadores do programa Eco-Escolas da Secundária do Marco de Canaveses, Secundária de Alpendorada, EB2,3 de Sande e EB2,3 de Toutosa, que se inscreveram este ano pela primeira vez. Foram dias de convívio e trabalho intenso entre os presentes.
O Seminário Nacional do Programa constituiu um dos mais importantes momentos de formação e troca de experiências entre os professores e entidades envolvidas no Eco-Escolas, cujos objectivos são a educação e sensibilização ambientais da escola e comunidade onde se insere, a par da melhoria da gestão ambiental da mesma.
Foram abordados pelos diferentes especialistas convidados diversos aspectos relacionados com a Educação para o Desenvolvimento Sustentável e, mais particularmente, com a Metodologia e Temas de trabalho do Programa Eco-Escolas. Foi dado especial ênfase ao tema do ano – Alterações Climáticas – e abordados outros temas Eco-Escolas recorrendo a exemplos teórico-práticos: Água, Resíduos, Energia, Mobilidade, Agricultura Biológica Biodiversidade, Ruído e Espaços Exteriores.
Existiram ainda espaços de debate e apresentação de alguns dos projectos inovadores e de qualidade desenvolvidos por, e para, as escolas. Em paralelo, decorreu uma Eco-Mostra.
Os Projectos de Educação Ambiental de qualidade, desenvolvidos na nossa escola segundo a metodologia do Eco-Escolas, são reconhecidos no final do ano, através de um Galardão Eco-Escolas-Bandeira Verde, que simboliza a existência na escola de uma activa e participada educação pelo ambiente.
Da partilha de experiências, saíram ideias e estratégias, que poderão ser benéficas para o trabalho que pretendemos fazer na nossa escola, para assim recebermos este ano lectivo a segunda Bandeira Verde.

A Coordenadora do Programa Eco-Escolas, Isabel Santos.