sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Seminário Nacional Eco-Escolas 2009

Nos dias 16, 17 e 18 de Janeiro decorreu em Seia o Seminário Nacional Eco-Escolas 2009, organizado pela Associação Bandeira Azul da Europa.
O seminário teve lugar na Casa Municipal da Cultura de Seia e Centro de Interpretação da Serra da Estrela e contou com a participação de quatro centenas de especialistas em Educação para o Desenvolvimento Sustentável, com destaque para os professores coordenadores do Programa e os técnicos dos municípios.
A nossa escola esteve representada através da coordenadora do Programa Eco-Escolas e do Vereador do Ambiente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses. Do nosso concelho também estiveram presentes os coordenadores do programa Eco-Escolas da Secundária do Marco de Canaveses, Secundária de Alpendorada, EB2,3 de Sande e EB2,3 de Toutosa, que se inscreveram este ano pela primeira vez. Foram dias de convívio e trabalho intenso entre os presentes.
O Seminário Nacional do Programa constituiu um dos mais importantes momentos de formação e troca de experiências entre os professores e entidades envolvidas no Eco-Escolas, cujos objectivos são a educação e sensibilização ambientais da escola e comunidade onde se insere, a par da melhoria da gestão ambiental da mesma.
Foram abordados pelos diferentes especialistas convidados diversos aspectos relacionados com a Educação para o Desenvolvimento Sustentável e, mais particularmente, com a Metodologia e Temas de trabalho do Programa Eco-Escolas. Foi dado especial ênfase ao tema do ano – Alterações Climáticas – e abordados outros temas Eco-Escolas recorrendo a exemplos teórico-práticos: Água, Resíduos, Energia, Mobilidade, Agricultura Biológica Biodiversidade, Ruído e Espaços Exteriores.
Existiram ainda espaços de debate e apresentação de alguns dos projectos inovadores e de qualidade desenvolvidos por, e para, as escolas. Em paralelo, decorreu uma Eco-Mostra.
Os Projectos de Educação Ambiental de qualidade, desenvolvidos na nossa escola segundo a metodologia do Eco-Escolas, são reconhecidos no final do ano, através de um Galardão Eco-Escolas-Bandeira Verde, que simboliza a existência na escola de uma activa e participada educação pelo ambiente.
Da partilha de experiências, saíram ideias e estratégias, que poderão ser benéficas para o trabalho que pretendemos fazer na nossa escola, para assim recebermos este ano lectivo a segunda Bandeira Verde.
A Coordenadora do Programa Eco-Escolas, Isabel Santos.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Revista de Imprensa
Alterações climáticas obrigam borboletas a fugir
Uma investigação sobre o efeito das alterações climáticas na Europa fez soar o alarme: as borboletas podem desaparecer do continente nas próximas décadas. Algumas espécies vão voar para norte, mas outras podem extinguir-se. Borboletas com 'habitat' em Portugal também serão afectadasEspécies poderão desaparecer da EuropaUma borboleta mediterrânea que voava pelos Alpes deu o aviso.
O estudo Climatic Risk Atlas of European Butterflies veio dar a confirmação: as borboletas vão começar a fugir da Europa. Se a temperatura do planeta continuar a aumentar a um ritmo elevado, dentro de décadas os entomólogos europeus terão de se mudar todos para a Escandinávia, pois será este o único local do Velho Continente onde encontrarão borboletas. Isto, claro, no pior dos cenários.
O aquecimento global vai, então, ser o grande responsável pelo desaparecimento das borboletas. Segundo o estudo coordenado pelo alemão Josef Settele, o Sul da Europa será a zona mais fustigada, uma vez que as espécies vão começar a fugir para norte para procurarem temperaturas mais amenas. Portugal não é excepção e, provavelmente, perderá muitas espécies. É por isso que a bióloga especializada em borboletas, Patrícia Garcia-Pereira considera este estudo "alarmista".
A presidente do Centro de Conservação das Borboletas de Portugal corrobora ideia de que as alterações climáticas terão um "efeito devastador" nas espécies e alerta para "várias extinções de borboletas no Norte de Portugal". Já o autor do livro Borboletas em Portugal, Ernestino Maravalhas, lembra aquela que é também uma das conclusões do estudo: "As borboletas para sobreviverem vão acabar por fugir para as montanhas, para a altitude, já que estes são territórios mais poupados pelo homem."
O estudo Climatic Risk Atlas of European Butterflies, organizado por peritos de cinco países, refere que a subida dos termómetros, num primeiro momento, vai alterar o ciclo reprodutivo dos insectos. Porém, há outras consequências graves do aumento da temperatura: o desaparecimento de vários tipos de vegetação. Ora, sem plantas, não há borboletas. Por outro lado, os responsáveis deste estudo não têm dúvidas de que os humanos deviam tomar este como um sério aviso. Isto porque, se agora são estes pequenos animais a sentir as alterações climáticas na pele, mais tarde serão os seres humanos.
Regressando às borboletas, há um aspecto que parece ser consensual entre os analistas: vai haver uma redistribuição das espécies. Como escreveu Josef Stelle num comunicado sobre o estudo "muitas espécies devem mudar a sua distribuição de uma forma radical, se querem manter o passo com as mutações do ambiente". O que deverá acontecer.
No entanto, ainda não se sabe para onde irão as borboletas que hoje têm os seus habitats em Portugal. Provavelmente, para Norte. Mas tal não é possível de definir porque como explica Patrícia Garcia-Pereira "em Portugal não temos um plano de monitorização das populações". Já Ernestino Maravalhas faz questão de lembrar que há muitas espécies que não conseguirão ir longe. "Se no próximo século não for nada feito em termos de aquecimento global, daqui a 50 anos, há espécies que não vão para Norte nem vão para lado nenhum, vão desaparecer", lamenta o especialista português.
A "fuga" das borboletas para Norte será muito difícil, uma vez que "muitas espécies não passarão a difícil barreira física que são os Pirinéus".É, no entanto, errado falarmos em "desaparecimento total" ou "extinção" porque, como explica Patrícia Gar- cia-Pereira, este estudo "é uma previsão drástica, mas é só uma previsão". Por isso, alguns biólogos alimentam a esperança de que os mapas de 2050 e 2080 traçados pelo estudo possam ainda ser evitados. Se as metas ambientais forem cumpridas e a temperatura não aumentar mais do que dois graus, muitas espécies vão poder continuar nos mesmos habitats.No entanto, esta fuga das espécies para Norte pode ter também um efeito positivo. Em Portugal, por exemplo, vai começar a existir uma "invasão" das espécies típicas do Norte de África.
No Alentejo, as borboletas-monarcas têm aparecido a um ritmo alucinante. Esta espécie, típica do Norte de África, começou por ser vista na Andaluzia, mais tarde no Algarve e, hoje, já são várias populações com habitat em Odemira, no Alentejo. "Há espécies que já se afastaram 400 quilómetros do seu habitat", garante Ernestino Maravalhas. A frase deixa-nos a ideia de que a previsão do estudo pode mesmo vir a verificar-se. Pior: Já está a verificar-se. Apesar de algumas borboletas serem nómadas e estarem habitua- das a viajar quilómetros gerações após gerações, o aquecimento global pode mesmo dar um rude golpe a várias destas espécies. As que conse- guirem sobreviver vão fugir para Norte, mas em muitas zonas do Velho Continente já não se irá ver este pequeno bater das asas.
O romancista inglês Charles Dickens escreveu um dia: "Só peço para ser livre. As borboletas são livres." E se os homens europeus seguiram o exemplo das borboletas e, no século XX, se tornaram livres, agora que assistem ao desaparecimento destas espécies, não devem tomar isto como exemplo, mas sim como um aviso. Porque, como alertam os biólogos responsáveis pelo estudo, "hoje são as borboletas, amanhã podem ser os humanos" .
Fonte: Jornal Diário de Notícias, 25 de Janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Sabias que....
Por ano são deitados ao mar cerca de 8000 milhões de quilos de lixo. Só uma garrafa de plástico demora cerca de 450 a decompor-se.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
LIPOR promove Sábados Verdes
Por cada 2 kg de papel e cartão o visitante recebe um prémio.
A LIPOR promove uma vez mais em 2009, a iniciativa Sábados Verdes, entre as 09h00 e as 13h00 nas seguintes datas:
17 de Janeiro
21 de Fevereiro
21 de Março
18 de Abril
16 de Maio
20 de Junho
18 de Julho
22 de Agosto
19 de Setembro
17 de Outubro
14 de Novembro
05 de Dezembro
A LIPOR promove uma vez mais em 2009, a iniciativa Sábados Verdes, entre as 09h00 e as 13h00 nas seguintes datas:
17 de Janeiro
21 de Fevereiro
21 de Março
18 de Abril
16 de Maio
20 de Junho
18 de Julho
22 de Agosto
19 de Setembro
17 de Outubro
14 de Novembro
05 de Dezembro
A LIPOR abre assim as portas do Centro de Triagem à população. O objectivo é possibilitar aos cidadãos a visita ao Circuito da Reciclagem tomando assim conhecimento do percurso dos materiais, desde que são depositados nas infraestruturas preparadas para a deposição selectiva, nomeadamente os Ecopontos e os Ecocentros até serem processados no Centro de Triagem da LIPOR.
O Projecto de Reciclagem Multimaterial assenta em diferentes componentes e estruturas, nomeadamente uma rede de 22 Ecocentros distribuídos pelos 8 Municípios associados da LIPOR; 3 Zonas de Recolha Selectiva Porta-a-Porta abrangendo um total de 52 000 habitantes, cerca de 5% do total da população LIPOR e uma rede de cerca de 2 803 Ecopontos, estando à disposição dos munícipes na razão de 1 Ecoponto/401 habitantes.
Além dos equipamentos atrás referidos, e no sentido de ir ao encontro das necessidades dos cidadãos a LIPOR tem em funcionamento um conjunto de serviços e projectos, nomeadamente o Ecofone, serviço de recolha gratuito, “a pedido” disponível para a cidade do Porto, accionado através de uma chamada telefónica; o projecto "Minhoteiras", projecto-piloto que permite recolher materiais recicláveis em indústrias e armazéns numa zona industrial (zona industrial das Minhoteiras); o projecto “Estádios”, em funcionamento no Estádio do Dragão e no Estádio do Bessa, e que permite a separação de recicláveis nos bares dos estádios, recuperando grandes quantidades de material de muito boa qualidade e o projecto de “Resíduos de Construção & Demolição”, no qual recolhemos resíduos recicláveis em estaleiros de construção civil, permitindo também recuperar muitos materiais para a reciclagem.
Sobre a LIPOR
A LIPOR é a entidade responsável pela gestão, valorização e tratamento dos resíduos sólidos urbanos produzidos pelos Municípios associados: Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo e Vila do Conde. A LIPOR trata anualmente cerca de 500 mil toneladas de resíduos sólidos produzidos por 1 milhão de habitantes. Sustentada nos modernos conceitos de gestão de RSU, a LIPOR desenvolveu uma estratégia integrada de valorização, tratamento e confinamento dos RSU, baseada em três componentes principais: Valorização Multimaterial, Valorização Orgânica e Valorização Energética, complementadas por um Aterro Sanitário para recepção dos rejeitados e de resíduos previamente preparados.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Expressões da Natureza....

Esta fotografia foi enviada pelo administrador de uma Plataforma Petrolífera da Global Marine Drilling, estacionada em St.Johns Newfoundland.
Eles têm que mudar o rumo dos icebergs, puxando-os com rebocadores para evitar que se choquem com as plataformas. Neste caso particular, o mar estava calmo, a água cristalina e o sol quase directamente sobre o iceberg, assim um mergulhador pode tirar esta fotografia fantástica.
O peso estimado deste iceberg é de 300 milhões de toneladas.
Coisas como esta, fazem-nos perceber porque uma fotografia vale mais do que mil palavras ...
Não tanto pela imponência, mas principalmente pela sua beleza.
Esta fotografia é simplesmente impressionante!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Sabias que....
Mais de mil animais marinhos morrem por ano ao ingerirem plásticos deitados ao mar que confundem com comida.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Revista de Imprensa
Um saco bem grande de problemas
Depois da quadra festiva, em que o consumo de sacos de plástico sobe em flecha, multiplicam-se os problemas que provocam a nível ambiental. Acumulam-se em 'ilhas' no Pacífico, matam animais, mas mesmo assim são usados aos biliões.
Desde que foi criado, o saco de plástico tornou-se uma das mais úteis invenções do século XX. Mas este sucesso tem graves implicações ambientais. Sabia que a nível mundial são consumidos 500 biliões de sacos de plástico por ano? E que um por cento deles acaba como resíduos, que, transportados pelo vento, entopem redes de esgotos, provocando inundações ou contaminando a água e o solo?
O maior problema dos sacos de plástico é o facto de serem gratuitos. Quem diz que não a um objecto útil e que ainda por cima não custa nada? As empresas agradecem. Ajudam o cliente a baixo custo e ainda vêem a sua marca publicitada em todo o lado por onde o saco passa. Foi por isso que a primeira medida tomada contra o "flagelo" dos sacos de plástico foi dar-lhes um preço. Algumas superfícies comerciais já cobram sempre que o cliente leva um saco, normalmente dois cêntimos por unidade. Isto levou a uma diminuição do consumo de sacos de plástico no País. Nos supermercados Pingo Doce, um dos que começaram a cobrar pelos sacos, registaram-se quebras de 40% no número de pessoas que os usavam. Esta diminuição representa menos 400 toneladas de sacos de plástico depositados em aterros.
O problema dos resíduos destes sacos é tão grave que já existem ilhas apenas constituídas por lixo no Norte do Pacífico - uma delas tem uma superfície que equivale a sete vezes o tamanho de Portugal Continental. Isto torna-se ainda mais grave se pensarmos que os animais marinhos têm alguma dificuldade em distinguir o lixo do resto das coisas que andam no mar. As tartarugas, por exemplo, comem os sacos de plástico pensando que se trata de medusas. Depois morrem porque não conseguem submergir em busca de alimento. Os albatrozes também os confundem com alimento, dando-os de comer à suas crias, que acabam por morrer. Os peixes sofrem com o plástico de maneira diferente. Os químicos provocam mudanças nos seus corpos, tornando os machos em fêmeas, o que pode significar o fim de certas espécies, por não conseguirem reproduzir-se.
Criado em 1998 pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), o "saco verde" está disponível em cerca de 20 superfícies comerciais e é uma boa alternativa ao comum saco de plástico. É mais resistente e pode ainda ser reutilizado e trocado numa destas lojas quando estiver danificado.
Outra solução são os plásticos biodegradáveis. Feitos com 50% de fécula de batata e 50% de biopolímeros, estes sacos saem mais baratos ao produtor e decompõem-se em entre 10 e 45 dias.
Depois da quadra festiva, em que o consumo de sacos de plástico sobe em flecha, multiplicam-se os problemas que provocam a nível ambiental. Acumulam-se em 'ilhas' no Pacífico, matam animais, mas mesmo assim são usados aos biliões.
Desde que foi criado, o saco de plástico tornou-se uma das mais úteis invenções do século XX. Mas este sucesso tem graves implicações ambientais. Sabia que a nível mundial são consumidos 500 biliões de sacos de plástico por ano? E que um por cento deles acaba como resíduos, que, transportados pelo vento, entopem redes de esgotos, provocando inundações ou contaminando a água e o solo?
O maior problema dos sacos de plástico é o facto de serem gratuitos. Quem diz que não a um objecto útil e que ainda por cima não custa nada? As empresas agradecem. Ajudam o cliente a baixo custo e ainda vêem a sua marca publicitada em todo o lado por onde o saco passa. Foi por isso que a primeira medida tomada contra o "flagelo" dos sacos de plástico foi dar-lhes um preço. Algumas superfícies comerciais já cobram sempre que o cliente leva um saco, normalmente dois cêntimos por unidade. Isto levou a uma diminuição do consumo de sacos de plástico no País. Nos supermercados Pingo Doce, um dos que começaram a cobrar pelos sacos, registaram-se quebras de 40% no número de pessoas que os usavam. Esta diminuição representa menos 400 toneladas de sacos de plástico depositados em aterros.
O problema dos resíduos destes sacos é tão grave que já existem ilhas apenas constituídas por lixo no Norte do Pacífico - uma delas tem uma superfície que equivale a sete vezes o tamanho de Portugal Continental. Isto torna-se ainda mais grave se pensarmos que os animais marinhos têm alguma dificuldade em distinguir o lixo do resto das coisas que andam no mar. As tartarugas, por exemplo, comem os sacos de plástico pensando que se trata de medusas. Depois morrem porque não conseguem submergir em busca de alimento. Os albatrozes também os confundem com alimento, dando-os de comer à suas crias, que acabam por morrer. Os peixes sofrem com o plástico de maneira diferente. Os químicos provocam mudanças nos seus corpos, tornando os machos em fêmeas, o que pode significar o fim de certas espécies, por não conseguirem reproduzir-se.
Criado em 1998 pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), o "saco verde" está disponível em cerca de 20 superfícies comerciais e é uma boa alternativa ao comum saco de plástico. É mais resistente e pode ainda ser reutilizado e trocado numa destas lojas quando estiver danificado.
Outra solução são os plásticos biodegradáveis. Feitos com 50% de fécula de batata e 50% de biopolímeros, estes sacos saem mais baratos ao produtor e decompõem-se em entre 10 e 45 dias.
Fonte: Jornal Diário de Notícias, 4 de Janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
XIV Olimpíadas do Ambiente 2008-2009
Para saberes as respostas correctas, consulta a Correcção da prova segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Expressões da Natureza....
No passado dia 9 de Janeiro, Alpendorada, à semelhança de toda a região norte do país, foi presenteada com uma manifestação da Natureza que alterou o normal aspecto da paisagem. Admirem algumas imagens, recolhidas na nossa Escola, do nevão que surpreeendeu muita gente.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Revista de Imprensa
Portugal é o 15º país com melhor desempenho na protecção do ambiente
Portugal está classificado em 15º lugar num ranking internacional, recentemente divulgado, que avalia o desempenho dos 57 países mais industrializados ao nível da protecção do ambiente e do combate às alterações climáticas. Segundo os autores do estudo Climate Change Perfomance Index (CCPI), elaborado anualmente pela Rede Europeia de Acção Climática e pela organização não governamental GermanWatch, nenhum dos estados está a desenvolver os esforços que seriam necessários para assegurar que, à escala global, o aumento de temperatura seja inferior a dois graus, pelo que os três primeiros lugares do CCPI ficaram este ano (2008) por ocupar. Relativamente ao ano passado, Portugal desce da 13ª para a 15ª posição, mas o facto de nenhum país estar no pódio faz com que esta alteração possa ser interpretada como a subida de um lugar, segundo a associação ambientalista Quercus.
Fonte: Lusa, Jornal Dica da Semana, 25 de Dezembro de 2008
Portugal está classificado em 15º lugar num ranking internacional, recentemente divulgado, que avalia o desempenho dos 57 países mais industrializados ao nível da protecção do ambiente e do combate às alterações climáticas. Segundo os autores do estudo Climate Change Perfomance Index (CCPI), elaborado anualmente pela Rede Europeia de Acção Climática e pela organização não governamental GermanWatch, nenhum dos estados está a desenvolver os esforços que seriam necessários para assegurar que, à escala global, o aumento de temperatura seja inferior a dois graus, pelo que os três primeiros lugares do CCPI ficaram este ano (2008) por ocupar. Relativamente ao ano passado, Portugal desce da 13ª para a 15ª posição, mas o facto de nenhum país estar no pódio faz com que esta alteração possa ser interpretada como a subida de um lugar, segundo a associação ambientalista Quercus.
Fonte: Lusa, Jornal Dica da Semana, 25 de Dezembro de 2008
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