sexta-feira, 10 de outubro de 2008
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
A nossa Escola já tem Bandeira Verde
A nossa Escola participou pela primeira vez no Programa Eco-Escolas no ano lectivo 2007/2008, tendo dinamizado, através do seu Clube do Ambiente, várias acções que mereceram a atribuição do galardão Eco-Escolas. Este programa é promovido pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) e visa estimular, reconhecer e premiar o trabalho desenvolvido pela escola na melhoria do seu desempenho ambiental, gestão do espaço escolar e sensibilização da comunidade.O Galardão Eco-Escolas 2007/2008 “Bandeira Verde 2008” é o certificado de qualidade ambiental da Escola. É o reconhecimento público da existência, na Escola, de uma educação pelo e para o ambiente. Este prémio é o resultado do empenho de todos aqueles que contribuíram para a implementação de medidas ecológicas na nossa escola, cumprindo assim, o programa de educação ambiental e sustentabilidade coerente.
Este prémio acarreta para a nossa escola um factor de responsabilidade, ou seja, a continuidade do Programa Eco-Escolas, durante o ano lectivo de 2008/2009. Contamos, por isso, com a colaboração e empenho de todos, na melhoria da qualidade ambiental.
A cerimónia de entrega do galardão realizou-se no dia 26 de Setembro, em Torres Vedras, na qual foram entregues as bandeiras verdes às escolas galardoadas, bem como os certificados aos municípios parceiros.
Neste dia a nossa escola esteve representada por um grupo de 16 alunos do 8ºB e pelos professores Isabel Santos, Júlia Florim e Miguel Viana. Viajámos no autocarro da Câmara Municipal do Marco de Canaveses acompanhados pelo Vereador do Ambiente Eng.º José Mota, a Dr.ª Cidália Mota e as Escolas EB2,3 do Marco de Canaveses e EB2,3 de Baião. Quando chegámos à ExpoTorres dirigimo-nos ao Pavilhão Central, onde se encontrava a Comissão de Recepção, que nos entregou o certificado de atribuição do Galardão, o certificado do 3º prémio do Concurso 2008 Brigada Verde, sacos de materiais, mochilas e t-shirts. Participámos nos vários ateliês, stands, exposições, jogos e animações. Durante a tarde, assistimos à cerimónia de entrega do Galardão e dos prémios Eco-Códigos. Mas antes de recebermos o Galardão, fomos surpreendidos com a presença do cantor André Sardet.
Não podemos deixar de agradecer à Câmara Municipal do Marco de Canaveses, em particular ao Eng.º José Mota e à Dr.ª Cidália Mota, e a toda a Comunidade Escolar, pela colaboração no desenvolvimento deste projecto.
Bem-hajam!
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Projecto Escola Electrão
Os resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE) constituem o tipo de resíduos com o maior crescimento na União Europeia. Cada cidadão europeu gera, em média, 14 quilogramas de REEE por ano, segundo a Comissão Europeia, embora outros estudos apontem para valores superiores.
Um dos problemas associado ao fluxo dos REEE é a presença de substâncias perigosas para o ambiente e a saúde. Como exemplos, podem-se referir o arsénio, o amianto, o chumbo, o cádmio, o crómio, o mercúrio, o cloreto de polivinil e os clorofluorcarbonos, entre outros.
O problema é tão grave que em 2006 saiu uma directiva comunitária proibindo que os novos equipamentos contenham algumas das substâncias acima referenciadas.
O Projecto Escola-Electrão, promovido pela Amb3E (Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos), com a colaboração do Ministério da Educação, pretende sensibilizar os alunos e a comunidade escolar para o correcto encaminhamento dos Resíduos Eléctricos e Electrónicos (REEE), pelo efeito combinado de acções de divulgação e da participação num concurso inter-escolas.
O projecto destina-se a todos os alunos do 2º ciclo e 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário.
Vamos todos participar!
Um dos problemas associado ao fluxo dos REEE é a presença de substâncias perigosas para o ambiente e a saúde. Como exemplos, podem-se referir o arsénio, o amianto, o chumbo, o cádmio, o crómio, o mercúrio, o cloreto de polivinil e os clorofluorcarbonos, entre outros.
O problema é tão grave que em 2006 saiu uma directiva comunitária proibindo que os novos equipamentos contenham algumas das substâncias acima referenciadas.
O Projecto Escola-Electrão, promovido pela Amb3E (Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos), com a colaboração do Ministério da Educação, pretende sensibilizar os alunos e a comunidade escolar para o correcto encaminhamento dos Resíduos Eléctricos e Electrónicos (REEE), pelo efeito combinado de acções de divulgação e da participação num concurso inter-escolas.
O projecto destina-se a todos os alunos do 2º ciclo e 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário.
Vamos todos participar!
terça-feira, 7 de outubro de 2008
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Resíduos em Movimento - Uma Viagem Virtual
Nos dias 4 e 5 de Outubro, em Marco de Canaveses, terás a oportunidade de visitar um camião temático sobre resíduos e o seu tratamento.
Para mais informações, consulta Resíduos em movimento ou Rebat (daqui)
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Revista de Imprensa
Europa sofrerá com mudanças de temperatura
Alterações climáticas vão tornar o continente mais frágil na saúde. Rosto da natureza não será o mesmo
Será o Sul da Europa a sofrer os maiores impactos das mudanças climáticas, num leque de prejuízos humanos, económicos, sociais e naturais. Portugal partilha dessa sorte futura com os outros países mediterrânicos.
A influência das alterações climáticas nos países europeus far-se-á sentir de modo distinto consoante a localização geográfica e os sectores. As décadas futuras levarão aos países nórdicos e centrais mais cheias catastróficas, mas serão eles a colher quase todos os benefícios das mudanças, seja na agricultura ou no turismo. Já a faixa Sul, em que Portugal se integra, irá partilhar não só algumas cheias, mas sobretudo a seca e a sede, a aridez e as vagas de calor. Mais: a agricultura estará a braços com mais perdas de colheitas, o turismo ver-se-á a contas com a fuga dos clientes em busca de temperaturas mais amenas. Quanto ao peixe dos nossos mares, eles irão viajar para águas mais a Norte.
Alterações climáticas vão tornar o continente mais frágil na saúde. Rosto da natureza não será o mesmo
Será o Sul da Europa a sofrer os maiores impactos das mudanças climáticas, num leque de prejuízos humanos, económicos, sociais e naturais. Portugal partilha dessa sorte futura com os outros países mediterrânicos.
A influência das alterações climáticas nos países europeus far-se-á sentir de modo distinto consoante a localização geográfica e os sectores. As décadas futuras levarão aos países nórdicos e centrais mais cheias catastróficas, mas serão eles a colher quase todos os benefícios das mudanças, seja na agricultura ou no turismo. Já a faixa Sul, em que Portugal se integra, irá partilhar não só algumas cheias, mas sobretudo a seca e a sede, a aridez e as vagas de calor. Mais: a agricultura estará a braços com mais perdas de colheitas, o turismo ver-se-á a contas com a fuga dos clientes em busca de temperaturas mais amenas. Quanto ao peixe dos nossos mares, eles irão viajar para águas mais a Norte.
Este cenário foi ontem divulgados em relatório pela Agência Europeia do Ambiente, que fez a confluência de dados dos diversos estudos nacionais (como o projecto português SIAM coordenado por Filipe Duarte Santos) com as informações da Organização Mundial de saúde e o Centro Europeu de Pesquisa (JRC) da Comissão Europeia. O intuito do trabalho é o de apelar aos países para que se preparem para situações de vulnerabilidade e, ao mesmo tempo, trabalhem em conjunto para a obtenção de mais dados locais, nacionais e continentais quanto às mudanças climáticas. Sobre vulnerabilidades que se instalam, os relatores reconhecem haver muito trabalho de preparação a fazer, já que, até agora, esta se centrou muito na prevenção de cheias.
Acentua-se a diferença entre o Norte e o Sul da Europa, no que se refere à quantidade de precipitação, segundo destaca o documento. Há os países molhados e os secos, indica o relatório, para lembrar que algumas das regiões mediterrânicas já sofreram uma redução de chuvas em 20% face há um século. É também no Sul que os rios vão tender a secar nos seus leitos, apesar de também aí haver probabilidades de cheias repentinas quando de precipitações extremas e repentinas. Para o Sul (definido como abrangendo quase toda a Península Ibérica, à excepção de uma faixa da Galiza e do Minho) as consequências económicas far-se-ão sentir na agricultura, no turismo e também na produção hidro-eléctrica, com as barragens a ter de parar.
A procura da água conhecerá também grandes picos nas regiões meridionais, e não só para a agricultura; as populações e os turistas poderão entrar nessa "competição insustentável", como caracteriza o relatório. As secas trarão inevitavelmente mais incêndios florestais, vaticina o documento. E a falta de qualidade do ar vai contribuir também para mais doenças. No Norte ganharão a agricultura e o turismo.
É caso para dizer que até os peixinhos fugirão de nós, rumando mais para Norte e fugindo do caldo oceânico onde também algas indesejáveis procurarão refúgio (muitas espécies piscícolas, nos últimos 40 anos, "subiram" cerca de mil quilómetros). O mesmo está a acontecer com aves e outras espécies, na busca de temperaturas mais moderadas.
Fonte: Jornal de Notícias, 30 de Setembro de 2008
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
"Alimenta" o oleão!
Depois do vidrão, do papelão e do pilhão os alunos da Escola E.B. 2,3 de Alpendorada podem juntar mais uma palavra ao dicionário do ritual da reciclagem: o oleão. É este o nome com que foi baptizado o ponto de recolha de óleos situado na cantina desta Escola.
Os oleões são contentores para a recolha de óleo usado, mas apenas para aquele que é usado na alimentação.
O objectivo é evitar que a população continue a utilizar o esgoto como vazadouro para este tipo de resíduos, uma prática que é pouco amiga do ambiente, mas não só. Quando o óleo é derramado no esgoto, o destino é quase sempre as estações de tratamento de águas residuais, que não estão preparadas para tratar este tipo de resíduo. Como se isso não bastasse, estes resíduos podem provocar a avaria das mesmas, aumentando os custos de manutenção.
Dá o teu contributo para esta campanha!
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Sabias que....
"Um saco de plástico é fabricado num minuto, usado durante 20 minutos e leva 100 a 400 anos a decompor-se naturalmente."
Vital Wastes Graphics 2, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
National Geographic Magazine
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Hoje é o Dia Europeu sem carros!

A campanha “Na Cidade sem o meu Carro!” teve início em França, em 1998. A Comissão Europeia passou a adoptá-la a partir de 2000, através da criação do “Dia Europeu sem Carros” – dia 22 de Setembro – com o objectivo de apoiar o desenvolvimento de cidades limpas, onde os transportes públicos satisfaçam as necessidades individuais dos cidadãos.
Os principais objectivos do Dia Europeu sem Carros consistem em:
· “Sensibilizar as pessoas para optarem pelos Transportes Públicos ou por outro modo de transporte alternativo ao automóvel particular;
· Criar uma oportunidade para experimentar essa mudança e para viver a cidade ou a vila de forma diferente;
· Demonstrar que menos carros nas zonas urbanas é sinónimo de maior qualidade de vida para os seus cidadãos.”
O Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território (MAOT), através do Instituto do Ambiente (IA) promove esta Campanha a nível nacional.
Os principais objectivos do Dia Europeu sem Carros consistem em:
· “Sensibilizar as pessoas para optarem pelos Transportes Públicos ou por outro modo de transporte alternativo ao automóvel particular;
· Criar uma oportunidade para experimentar essa mudança e para viver a cidade ou a vila de forma diferente;
· Demonstrar que menos carros nas zonas urbanas é sinónimo de maior qualidade de vida para os seus cidadãos.”
O Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território (MAOT), através do Instituto do Ambiente (IA) promove esta Campanha a nível nacional.
Também Tu controlas o Clima!....
A União Europeia está empenhada em identificar e implementar medidas eficazes na redução do impacto das actividades humanas no Ambiente.
As alterações climáticas são um problema global e, no entanto, cada um de nós pode fazer a diferença. Mesmo as mais pequenas alterações na nossa rotina diária podem ajudar a evitar as emissões de gases de efeito de estufa sem afectar a nossa qualidade de vida. Na realidade, podem até representar uma poupança de dinheiro!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)



